Chamando o Lama de Longe (Versão Abreviada) – Shiwa Lha – Centro de Estudos do Budismo Tibetano

Chamando o Lama de Longe (Versão Abreviada)

Lama, pense em mim!
Lama, pense em mim!
Lama, pense em mim!
Magnífico e glorioso guru, que afasta a escuridão da ignorância;
Magnífico e glorioso guru, que revela o caminho da liberação;
Magnífico e glorioso guru, que libera das águas do samsara;
Magnífico e glorioso guru, que elimina as doenças dos cinco venenos;
Magnífico e glorioso guru, jóia que realiza desejos;
Eu suplico-lhe:
Por favor, abençoe-me para eu lembrar a impermanência e morte do fundo do coração e gerar em
minha mente o pensamento de nenhuma necessidade.
Magnífico e glorioso guru, abençoe-me para eu permanecer em concentração uni-focada em
lugares isolados, sem ter qualquer impedimento para a minha prática.
Magnífico e glorioso guru, abençoe-me para que todas as más condições pareçam benéficas.
Magnífico e glorioso guru, abençoe-me para eu realizar sem esforço as duas obras, para os outros
e para mim.
Magnífico e glorioso guru, abençoe-me em breve, muito em breve.
Por favor abençoe-me enquanto me sento neste almofada.
Por favor abençoe-me neste exato momento.
Após recitar estes versos, recite orações solicitando ao seu próprio guru aquilo que deseja.
Que eu não levante heresia, nem por um segundo,
Contra as ações do glorioso guru.
Que eu veja como pura qualquer ação feita por ele.
[Com esta devoção] que eu receba as bênçãos do guru em meu coração.
Depois recite o seguinte verso e medite no guru entrando em seu coração.
Magnífico e precioso guru raiz,
Por favor permaneça no assento de lótus e lua em meu coração.
Guia-me com sua imensa bondade,
E conceda-me as realizações de seus santos corpo, palavra e mente.

Colofão:
Autor desconhecido. Traduzido por Lama Zopa Rinpoche em 1985. Transcrito e editado por Ven. Thubten Dondrub. Os dois versos finais após a oração principal foram também traduzidos por Lama Zopa Rinpoche. Ligeiramente editado por Ven. Constance Miller, FPMT- Departamento de Educação, janeiro de 1999. Traduzido para o português por Marly Ferreira, setembro de 2001.